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domingo, 31 de dezembro de 2017

As sábias afirmações de Umberto Eco



"A internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. Tudo surge lá sem hierarquia. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que falta de informação. O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar." 

Lembrar esta afirmação do semiólogo (intelectual que estuda os fenômenos culturais como um sistema de signos ou de significação, como imagens, vestuário, ritos, entre outros) e escritor Umberto Eco (1932-2016), torna-se absolutamente oportuno, sobretudo nestes tempos de enxurrada de informações e de pretensos conhecimentos, divulgados a esmo nas redes que compõem a internet. Vivemos em um mundo onde, o que não falta, é informação. E um paradoxo. Quanto mais informação, maior a ignorância! Por que afirmo isso? Por que informação é uma coisa, conhecimento outra. O conhecimento nos permite selecionar a informação, pois constitui a base de postulados, conceitos, princípios éticos e critérios, que adquirimos ao longo do tempo. Para ser mais preciso, vou dar um exemplo bem simples. Tenho um amigo de longa data, com quem convivo. De repente, alguém surge e me revela que o tal amigo não é nada daquilo que eu imaginava, que é uma pessoa de índole má, péssimo caráter e por aí vai. "Mas, eu o conheço há décadas, nunca percebi isso". O outro retruca, "mas é a pura verdade". E aí? Ora, vou verificar, conversar com outras pessoas, com amigos em comum, com familiares próximos, com a esposa (ou marido, caso seja uma mulher) e, principalmente, refletir. Vou cruzar as informações e filtrar! Como propõe Umberto Eco, cortar a informação que não se sustenta. E, finalmente, tentar estabelecer conclusões, incluindo a possibilidade de não dar o mínimo crédito ao que me foi dito sobre o meu amigo. A filtragem da informação talvez seja uma disciplina escolar necessária para o futuro, argumenta Umberto Eco. 
Contudo, a rapidez com que recebemos notícias, fatos novos (nem sempre novos), descobertas (reparem, a maior parte delas inúteis, como o tempo sempre vem a demonstrar), às vezes, não nos permite parar para refletir. Ao contrário, somos levados a repassa-las como verdade, para outros que irão fazer a mesma coisa. Isso, efetivamente, não é adquirir conhecimento. Umberto Eco estabelece uma conclusão interessante. A internet é mais útil para aquele que já tem uma base em termos de formação intelectual, pois este indivíduo dirige-se a fontes mais seguras e dignas de crédito. Trata-se de uma situação diferente quando um professor universitário vai à rede mundial de computadores, em relação ao dono da padaria que segue o mesmo procedimento (com todo o meu respeito ao dono de padaria, pois é uma profissão digna). E aí? Chegamos àquilo que é fundamental. Uma boa formação familiar e escolar em termos de acesso à leitura, ao diálogo e à conversa, é indispensável! A tecnologia, por si só, não realiza milagres...
A fala de Umberto Eco, que considero imprescindível, veio de uma entrevista feita em 2011, para a revista Época. O link da mesma vai abaixo:
http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2011/12/umberto-eco-o-excesso-de-informacao-provoca-amnesia.html
Crédito da foto de Umberto Eco:
https://www.theparisreview.org/interviews/5856/umberto-eco-the-art-of-fiction-no-197-umberto-eco

sábado, 30 de dezembro de 2017

O blog História Mundi na revista Leituras da História: Nair de Teffé




É com muita satisfação que aviso a todos os que acompanham esta página, que já está nas bancas a edição de janeiro de 2018 da revista "Leituras da História" (da editora Escala), com um artigo escrito por nós sobre a ex-primeira-dama do Brasil, Nair de Teffé. São 6 páginas e uma "chamadinha" na capa. Trata-se de um acontecimento muito importante para este que vos escreve, pois é o primeiro material produzido pelo blog História Mundi a ser reproduzido em uma revista de circulação nacional. Aproveito para deixar o meu agradecimento à Morgana Gomes, responsável pelo setor de Redação da publicação. Aliás, recomendo a "Leituras da História" pela qualidade do material publicado, dos textos e dos temas, que ajudam em muito, a despertar o interesse pela leitura e pela história, algo fundamental no mundo em que estamos vivendo. Da mesma forma, é uma fonte muita rica para ser utilizada em sala de aula pelos professores que ministram a disciplina, tanto no ensino básico quanto no superior. E claro, para os profissionais da área de humanidades que desejam se manter bem informados. 
Portanto, a todos vocês, uma ótima e agradável leitura...

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Anúncio Antigo 49: No Mundo de 2020 (Soylent Green)



Um dos primeiros filmes a fazer da questão ecológica um dos seus temas principais: "No Mundo de 2020" (Soylent Green, 1973). Uma visão absolutamente sombria do futuro da humanidade, é o que nos mostra esta produção norte-americana do início da década de 1970, que pretendia antever o mundo caótico e superpovoado do ano de 2022 (apesar do título em português estabelecer 2020). A poluição, a natureza destruída, a vida cotidiana profundamente deteriorada, sobretudo no aspecto alimentar e o crescimento descontrolado da população, consequências de uma industrialização predatória. Aliás, um dos grandes fantasmas do mundo nas décadas de 1960 e 1970 era a chamada "explosão populacional", que parecia confirmar as previsões catastróficas do pensador econômico Thomas Robert Malthus (1766-1834), ainda no início do século XIX, de que a humanidade crescia em proporção geométrica e a produção de alimentos em proporção aritmética. Sim, a teoria tão repetida nas aulas de história e geografia do ensino médio! Para que o leitor tenha uma ideia, alguns estudiosos (bem, nem tão estudiosos assim) previam que a Amazônia deveria ser uma região reservada para receber esse excedente populacional! Ou ainda de que a mesma poderia se tornar uma grande provedora de alimentos para a humanidade, uma espécie de "celeiro do mundo". Bem, tais previsões alarmistas não se confirmaram, pelo menos até o momento presente. 
Devemos também lembrar que, em junho de 1972, foi realizada em Estocolmo (capital da Suécia), a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, mais conhecida como Conferência de Estocolmo. A mesma foi o ponto de partida na busca por um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e a crescente degradação ambiental, que mais tarde evoluiu para a noção de desenvolvimento sustentável. Até então, a natureza era vista como fonte inesgotável de recursos, algo que, de forma bem dolorosa, se verificou não ser bem isso.



Mas, voltemos ao filme em questão (na foto acima, uma das cenas iniciais), que tem como pano de fundo os efeitos sociais dessa verdadeira catástrofe ambiental e populacional, mais precisamente na cidade de Nova Iorque, com os seus estratosféricos 40 milhões de moradores, segundo a previsão estabelecida na trama, baseada no livro Make Room! Make Room! do autor de ficção científica Harry Harrison. Uma massa de pessoas vagando pelas ruas, sem ter onde morar e nem onde dormir, utilizando as carcaças de automóveis abandonados como casa. Para conter essa enorme tensão social, uma polícia equipada para enfrentar distúrbios de rua, por meio de repressão violenta e uma alimentação especialmente feita para a plebe desafortunada: o soylent green. Uma espécie de ração em forma de biscoito, preparada por uma grande empresa de alimentação, a Soylent Corporation, a fim de alimentar essa população, que não dispunha mais de recursos para consumir carne, cereais e outros alimentos de melhor qualidade, os quais não estavam disponíveis para as pessoas de baixa renda. 



No início do filme, o executivo responsável pela citada corporação aparece morto, cabendo a um policial, o detetive Frank Thorn (interpretado por Charlton Heston), investigar a morte do ilustre cidadão. Thorn conta com a ajuda de seu velho amigo, Sol Roth (papel vivido pelo veterano ator Edward G. Robinson, em seu último trabalho), que descobre que o Soylent Green não era, como dizia a empresa, obtido do plancton vindo dos oceanos, o qual estava exaurido (na foto acima, os dois personagens, Sol e o detetive Thorn). A origem dos biscoitos verdes era outra, sendo que a descoberta deixou Sol profundamente chocado e deprimido. Para aqueles que tem interesse em ver o filme, este que vos escreve não revelará a verdadeira origem do produto, fato que marca o clímax da história.



Sol Roth gostava de lembrar ao detetive Thorn como o mundo era antes do desastre ambiental, de como os alimentos eram saborosos e acessíveis, algo que não ocorria mais (pelo menos para os pobres). Desiludido com a humanidade (ou com a falta da mesma), Sol resolveu aproveitar a oportunidade oferecida aos mais velhos pelo Estado, de praticarem a morte assistida, uma espécie de eutanásia. Por iniciativa própria, Sol se apresentou no local em que o seu desaparecimento deveria ocorrer. Os responsáveis ofereciam ao indivíduo uma morte suave e indolor, onde o mesmo era colocado dentro de uma câmara, podendo observar, em uma tela panorâmica, as imagens de um mundo que não existia mais: campos floridos, animais selvagens e paisagens naturais. Essa despedida do mundo era acompanhada da Sinfonia nº 6 de Beethoven (a Pastoral, que está associada à natureza). Em 20 minutos, a tal morte assistida era consumada! O detetive Thorn tentou dissuadir Sol da ideia, mas chegou tarde (na imagem acima, Thorn no hospital onde era praticada a quase eutanásia). Antes de morrer, Sol revela a Thorn a origem verdadeira do Soylent Green. Curiosamente o ator Edward G. Robinson, que interpretava o personagem, faleceu 12 dias depois do término das filmagens! A velha situação da vida imitando a arte (ou o contrário?).


Ao acompanhar o destino dado ao corpo de seu amigo, o detetive Thorn teve a confirmação do segredo do Soylent Green e dos motivos que levaram ao assassinato do executivo da corporação empresarial, no início do filme. Uma revelação estarrecedora! O filme deixa em aberto se a denúncia do detetive será ou não levada adiante, uma vez que Thorn termina ferido em uma perseguição promovida pelas autoridades, que não desejavam que o segredo fosse revelado (na imagem acima, Thorn ao lado da prostituta Shril, interpretada pela atriz Leigh Taylor-Young). 


No elenco secundário de "No Mundo de 2020" algumas figuras curiosas, como o ator de faroestes Chuck Connors (da série de televisão "O Homem do Rifle", na imagem acima à esquerda), o ex-Tarzan Mike Henry (que fez o homem-macaco em um filme rodado no Brasil, ao lado do ator Paulo Gracindo) e Whit Bissel (o general Kirk da série "O Túnel do Tempo") que interpreta o governador Santini, o qual ordena suspender as investigações sobre a morte do executivo da Soylent Corporation. Sim, a corrupção também era vista como algo que iria se agravar nas décadas seguintes!
Muitos viram nesse filme uma espécie de precursor de Blade Runner e de seu sombrio mundo do futuro. De qualquer forma, a produção recebeu alguns prêmios em festivais de ficção científica, tendo um lançamento discreto nos cinemas brasileiros, até chegar à televisão duas décadas depois. Recentemente, um certo prefeito da maior cidade do Brasil anunciou uma espécie de ração a ser distribuída como merenda escolar nas escolas públicas e imediatamente o filme foi lembrado, em função da similaridade entre as duas situações. 



O Anúncio Antigo de hoje, cuja qualidade de reprodução não está tão boa, foi publicado no jornal "O Estado de S. Paulo", do dia 15 de janeiro de 1975. Por isso, reproduzo na imagem acima, o poster original. A película estava sendo exibida em duas salas da cidade São Paulo, hoje já extintas: o cine Gazeta (no famoso endereço da avenida Paulista, 900) e o cine Barão (na rua Barão de Itapetininga, hoje um calçadão no centro da cidade). Sim, o centro de São Paulo se deteriorou, exatamente como o centro de Nova Iorque no filme...
Crédito das imagens:
Cenas do filme: The Films of Charlton Heston de Jeff Rovin. Citadel Press, 1980. 
Cartaz original do filme: 
http://cinescopiotv.com/2015/05/05/classicos-esquecidos-mundo-de-2020/

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Imagens Históricas 29: a cadela Laika




Caro leitor, já tivemos a oportunidade de abordar o programa espacial soviético quando nos referimos à cosmonauta russa Valentina Thereshkova (ver Imagens Históricas 25). Lembramos que a União Soviética iniciou a corrida espacial com os Estados Unidos, a partir do lançamento do primeiro satélite artificial a orbitar a Terra, o Sputnik, em 1957. Depois dessa experiência inédita, o objetivo maior passou a ser o de enviar um homem em um voo espacial. Mas, antes disso, era preciso fazer algumas experiências com cobaias, a fim de avaliar melhor as condições que um ser humano enfrentaria nessas viagens. Novamente, a União Soviética saiu na dianteira e um desses experimentos foi com a cadela Laika (imagem acima). Outros animais já haviam sido submetidos a voos suborbitais (sem permanecer em órbita da Terra) por americanos e soviéticos. Laika tinha 3 anos quando foi retirada das ruas de Moscou e pesava aproximadamente 6 quilos, sendo selecionada para ser colocada dentro do Sputnik II. A viagem ocorreu no dia 3 de novembro de 1957, apenas um mês depois do lançamento do primeiro Sputnik. O voo fez parte das comemorações dos 40 anos da Revolução Russa. Infelizmente, a viagem foi só de ida. O veículo que levou Laika não foi projetado para retornar. Resultado, o primeiro ser vivo enviado ao espaço morreu em pleno voo!




As condições do animal (nas fotos acima, Laika em seu compartimento da cápsula espacial) eram, em parte, monitoradas da Terra, como pressão arterial, batimentos cardíacos e respiração. Uma alimentação especial (em forma de gelatina), suficiente para uma semana, foi acondicionada junto ao animal. Uma bolsa foi adaptada para coletar a urina e as fezes. Aliás, em função deste ultimo aspecto, é que a escolha recaiu sobre uma cadela (os machos levantam a pata para urinar, necessitando de um espaço maior). Os dados eram importantes para avaliar o metabolismo de um ser vivo submetido a gravidade zero. 



Contudo, os detalhes reais sobre as condições em que Laika enfrentou a viagem só foram reveladas décadas depois, quando algumas informações vieram a público (na foto acima, selo emitido na Romênia em homenagem à cadela Laika, em 1958). Por exemplo, desde o planejamento do voo, os cientistas sabiam que não haveria como trazer o animal de volta, informação que foi omitida dos meios de comunicação na época. Também se descobriu que a sua morte ocorreu aproximadamente sete horas após o lançamento, muito antes do prazo previsto para a sobrevivência da cadela, que seria de, pelo menos, alguns dias. Infelizmente, também se soube que Laika sofreu um forte estresse nos momentos iniciais da viagem (o seu ritmo respiratório esteve entre 3 a 4 vezes acima do normal) e que não houve como manter a temperatura da nave em nível adequado (houve um superaquecimento), o que prejudicou a sua sobrevivência, levando-a à morte. 


O Sputnik II ainda orbitou por alguns meses, carregando os restos da pobre Laika, até se desintegrar ao entrar na atmosfera terrestre, em abril de 1958 (na foto acima, uma réplica do Sputnik II, podendo-se observar, na parte inferior, o compartimento onde estava a cadela Laika). 


Nos tempos atuais, esse tipo de experimento causaria enorme comoção. Bem, de certa forma, na época também havia uma sensibilidade do público em relação a isso e a respeito dos maus tratos dos animais submetidos a essas experiências. De qualquer forma, a viagem serviu como um importante teste para o que viria depois. Os norte-americanos também utilizaram animais em experiências de voos espaciais, sobretudo macacos. Com a evolução desses experimentos, conseguiu-se que os bichos retornassem à Terra em segurança (mas, no início não), como o chimpanzé Ham (na foto acima, já a bordo do navio que o recolheu). Em janeiro de 1961 o símio participou de um voo de 670 quilômetros, durante 16 minutos (parte do Projeto Mercury). Graças a esse chimpanzé, um outro primata mais evoluído, o astronauta Alan Shepard, pode realizar o seu voo espacial com maior segurança, em 5 de maio de 1961 (voo balístico e não orbital).



Os soviéticos se redimiram após a perda da pobre cadela Laika. Em agosto de 1960, o Sputnik V levou ao espaço, para um total de 18 órbitas em torno da Terra, duas cadelas. As mesmas se chamavam Belka e Strelka, sendo que a última teve direito a um close na televisão, transmitido diretamente da cápsula (imagem acima, onde se pode observar o elevado estresse do animal). As mesmas retornaram sãs e salvas à Terra e, tempos depois, Strelka tornou-se mamãe de 6 cachorrinhos, sendo que um deles foi oferecido ao presidente John Kennedy dos Estados Unidos, como presente do governo soviético...
Crédito das Imagens:
Foto da cadela Laika em preto e branco: Gettyimages 1950s. Könemann, 2004, p.244. 
Fotos da cadela Laika em cores: http://thekompass.co.uk/article/621 
http://www.galeriadometeorito.com/2015/09/quais-animais-ja-foram-enviados-para-o-espaco.html
Selo em homenagem à cadela Laika: Wikipédia.
Réplica do Sputnik II: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Moscow_Polytechnical_Museum,_Sputnik_2_(4927173535).jpg
Foto da cadela Strelka e do chimpanzé Ham: O Homem e o Espaço de Arthur C. Clarke. Biblioteca Científica Life. Livraria José Olympio Editora, 1968, pags. 86 e 87. 

sábado, 16 de dezembro de 2017

Mensagem de Boas Festas e Feliz 2018!


Definitivamente, este ano não foi fácil! Tragédias, mortes, perdas de direitos e os rumos incertos que este país está insistindo em percorrer, por obra e graça dos que estão no poder e, infelizmente, com o respaldo de uma parte (mas, não a maioria) da população. De qualquer forma, a tradicional mensagem de final de ano do blog História Mundi, está no ar!

Houve uma época...




em que o trabalhador podia se aposentar e aproveitar os anos de descanso com dignidade (na imagem acima, o meu pai Sr. José Santos Almeida, no serviço militar em 1939 e que viveu 33 anos como aposentado...);



em que a castanha-do-pará (ou castanha do Brasil) era chamada de castanha do Maranhão (na foto acima, as castanhas retiradas do ouriço ou fruto);



em que existiam políticos que defendiam os nossos direitos e até enfrentavam os cachorros enviados pela polícia (na foto acima, o deputado federal Ulysses Guimarães, de terno, abre caminho diante da Polícia Militar da Bahia, em 1978);



em que o estado do Maranhão ainda não era totalmente controlado pela família Sarney (na foto acima, o centro histórico de São Luís no início da década de 1950); 



em que se podia passear de barco no centro da cidade de São Paulo, sem que fosse em época de enchente (na foto acima, de 1910, lazer no rio Tamanduateí, nas proximidades da atual rua 25 de Março);



em que estudar em escola pública era sinal de ensino de qualidade!
(na foto acima, de 1968, este que vos escreve, no primeiro ano primário no Grupo Escolar Teodoro de Moraes, localizado no bairro da Água Rasa, na cidade de São Paulo)


em que o basquetebol era chamado de "bola ao cesto" por razões óbvias (foto acima, o jogo no início do século XX);




em que o Brasil tinha dois pilotos de Fórmula 1, correndo na mesma equipe e com chances reais de vitória (na foto acima Nelson Piquet e Roberto Pupo Moreno na equipe Benetton, 1º e 2º colocados respectivamente, no GP do Japão de 1990).

É por essas e por outras, que eu ainda continuo curtindo a história. Para todos os que acompanham este blog, desejo muita saúde, disposição e, sobretudo, paciência para o que virá pela frente...

Crédito das Imagens: Fotos de meu pai no Exército e minha no ensino primário: Acervo do autor.
Foto da castanha: jornal Folha de S. Paulo, edição do dia 3 de dezembro de 2017, Seminários Folha: o futuro da Amazônia, p.2. 
Foto de Ulysses Guimarães enfrentando os cachorros da polícia: http://www.tribunadainternet.com.br/os-100-anos-de-ulysses/
Foto de São Luís (MA): As Cidades: o nascimento dos cartões-postais. Oscar Pilagallo e Pietra Diwan. Folha de S. Paulo (Coleção Folha Fotos Antigas do Brasil), 2012, p. 48.
Foto do rio Tamanduateí em 1910: Cotidiano: um dia na vida de brasileiros. Oscar Pilagallo e Pietra Diwan. Folha de S. Paulo (Coleção Folha Fotos Antigas do Brasil), 2012, p. 30. 
Foto da Bola ao Cesto: http://educacaofisicaesaude.com.br/2014/02/03/basquetebol-um-pouco-de-historia/
Nelson Piquet e Roberto Moreno no GP do Japão de 1990: 
https://br.motorsport.com/f1/news/piquet-e-moreno-25-anos-da-ultima-dobradinha-do-brasil-na-f1/

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Elvis, morreu ou não morreu?



Olá caro leitor, estamos aqui apenas para lembrar as nossas próximas postagens no blog História Mundi, começando por "Elvis Presley e os brasileiros", prevista para o início de 2018 e que conta a trajetória dos nossos compatriotas que estiveram com o rei do rock'n roll. Mas, não apenas por estar e muito menos por acaso! Os mesmos eram profissionais renomados e contribuíram para dar ainda mais brilho à carreira do cantor, inclusive no quesito musical. E um deles pode responder à pergunta crucial: Afinal Elvis morreu ou não morreu? Aguardem também a nossa mensagem de Boas Festas e Feliz 2018, um momento para refletir sobre o país em que vivemos, o futuro que desejamos para nós e nossos filhos. 
A partir de amanhã no blog História Mundi...

domingo, 10 de dezembro de 2017

Anúncio Antigo 48: Elvis, o Ídolo Imortal



1º lugar na Bolsa? De filmes em cartaz, é claro. Caro leitor, o Anúncio Antigo de hoje é um pequeno aperitivo para uma postagem que estamos preparando sobre o cantor Elvis Presley e sua relação com os brasileiros. Mas, há tanta coisa assim a dizer sobre isso, uma vez que o ídolo do rock'n roll jamais pôs os pés em território tupiniquim? O mais interessante é que há. E por nossos méritos! Os brasileiros que cruzaram com a trajetória do grande astro norte-americano o fizeram por enorme competência, cada um em seu respectivo segmento profissional, fossem eles (ou elas) jornalistas, cantoras, compositores, músicos, arranjadores e até, médicos. 
Bem, mas deixemos isso para a postagem que virá, em breve. Por enquanto, temos este anúncio (imagem acima), publicado no jornal O Estado de S. Paulo, do dia 3 de junho de 1982. Trata-se daquele que é apontado como o melhor documentário feito sobre o grande astro: "Elvis, o Ídolo Imortal" (This is Elvis, 1981). No mesmo, temos a trajetória de Elvis Presley, desde a infância até a sua morte em 1977, já com sua carreira (e suas condições de saúde) em pleno declínio. O filme mostra cenas dos programas de televisão da década de 1950, em que Elvis apareceu (como Milton Berle Show, Dorsey TV Show e o Ed Sullivan Show), entrevistas (as raras que Elvis concedia), cinejornais, shows e, claro, várias imagens selecionadas de suas películas como ator, as quais totalizaram 30 filmes. Sim, existem mais dois documentários feitos com Elvis em vida, a partir de seus shows. "Elvis, o Ídolo Imortal" foi produzido quatro anos após a morte do cantor, na mesma época em que sua casa, localizada na cidade de Memphis, no estado norte-americano do Tennessee estava sendo aberta ao público. 



Um álbum duplo (em vinil) foi lançado com os melhores momentos do filme (imagens acima), as canções e ainda com o áudio das apresentações na televisão (incluindo as entrevistas), de excelente qualidade, pois foge das tradicionais e conhecidas coletâneas que já haviam sido lançadas sobre o cantor. No início da década de 1980, começava uma bem montada estrutura de marketing, capitaneada por sua viúva, Priscila Beaulieu Presley, que transformaria Elvis no artista morto que mais fatura no mundo. 


O documentário (na foto acima, o poster original do filme) ajudou a consolidar o nome de Elvis Presley como um caso exemplar do sonho americano, do rapaz pobre que conseguiu sucesso, através de seu talento. Convenhamos, algo muito difícil de se repetir hoje, sobretudo no show business. Contudo, não nos esqueçamos que Elvis pouco desfrutou de seu exito, falecendo com apenas 42 anos de idade, numa época em que se sujeitava a um ritmo exaustivo de shows pelo interior do Estados Unidos, a fim de sustentar uma penca de guarda-costas, assessores e familiares, a chamada "Máfia de Memphis". Para os que tiverem curiosidade, a produção está disponível em DVD. 
Crédito das Imagens:
Álbum "Elvis, o Ídolo Imortal": acervo do autor. 
Poster original de "Elvis, o Ídolo Imortal":
http://www.moviemem.com/products/elvis-presley/this-is-elvis-original-daybill-movie-poster-elvis

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Carmen Mayrink Veiga por Cândido Portinari




Hoje, dia 4 de dezembro de 2017, faleceu Carmen Mayrink Veiga, personalidade conhecida da vida social e cultural do Rio de Janeiro há muitas décadas. De uma época em que, pelo menos, aqueles que eram qualificados como sendo da alta sociedade tinham bom gosto e boa formação intelectual. O trabalho executado pelo pintor Cândido Portinari (1903-1962) é exemplar da sua técnica apurada como retratista. Não há dúvida alguma a respeito disso, inclusive pelos demais trabalhos do artista disponíveis a um simples click no Google. Contudo, alguns críticos questionam a condição de pintor modernista dada a Portinari, uma vez que, em várias obras, como o retrato acima (exatamente de Carmen Mayrink Veiga), pintado em 1959, denunciariam um viés academicista do pintor. Portinari teve uma formação na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, cuja tradição clássica é por demais conhecida, mantendo tal formação como marca em seus trabalhos, mesmo aqueles tendo o muralismo mexicano e o cubismo europeu como influência. Aliás, Diego Rivera também era retratista (e, muito bom!). 
Para outros, como este que vos escreve, trata-se apenas de uma característica reveladora de sua sólida formação como artista. Praticamente todos os nomes do modernismo brasileiro nas artes plásticas, como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Aldo Bonadei, entre outros, vieram de uma formação que poderia ser classificada como acadêmica. Ora, isso sem nos referirmos aos próprios modernistas europeus. Portanto, vamos nos deter na qualidade do trabalho, o qual, mesmo sendo uma simples encomenda, é inegável. Há que se notar no mesmo como o desenho adquire uma importância fundamental, além do tratamento dado ao vestido, com o seu tom avermelhado. Poucas cores quentes, que se destacam sem comprometer o todo. Outro detalhe, os retratos de Portinari não se repetem. São únicos! Não nos dão a impressão de "linha de montagem", algo muito comum nos retratistas de profissão. 


Há alguns anos, Carmen Mayrink Veiga tentou oferecer a obra em um leilão, junto com outros quadros e antiguidades que estavam com a família, a fim de saldar dívidas. Ao que parece, o quadro acabou permanecendo com a retratada. O trabalho parece sofrer o efeito "Monalisa", isto é, ao observarmos a reprodução do mesmo na mídia tem-se a impressão de ser um retrato de grandes dimensões. Para que não pairem dúvidas, temos a foto acima, com a própria Carmen Mayrink Veiga, para nos certificarmos de seu tamanho apenas razoável. Ou seja, é um típico retrato a óleo, mas único por tratar-se de uma obra de Portinari...
Crédito das imagens:
Retrato de Carmen Mayrink Veiga por Portinari: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/bruno-astuto/noticia/2013/11/socialite-bcarmem-mayrink-veigab-leiloa-mais-de-100-pecas-de-arte-nao-me-apego-nada.html
Carmen Mayrink Veiga com outros retratos:
http://www.galeriabahiarte.com.br/novidade/ana-barreto-entrevista-carmen-mairynk-veiga/

domingo, 3 de dezembro de 2017

Livro "A Castanha do Pará na Amazônia" no jornal Folha de S. Paulo



O meu livro "A Castanha do Pará na Amazônia" foi citado na edição de hoje, dia 3 de dezembro de 2017, no jornal Folha de S. Paulo, em um caderno sobre a Amazônia, bem como uma pequena fala minha sobre a domesticação da castanheira. A citação é pequena, mas para mim é muito gratificante. A matéria trata da extração da castanha-do-pará e da recente queda na safra desse produto, atribuindo isso às mudanças climáticas. Embora seja uma hipótese relevante, isso requer ainda estudos mais apurados, uma vez que a oscilação na produção dos frutos das castanheiras não é novidade. No meu livro existem dados estatísticos que apontam quedas nas safras em outras épocas. Além disso, seria preciso verificar se tal queda ocorreu também na Bolívia, hoje o maior produtor mundial e no Peru, que também exporta a castanha-do-pará, para termos uma visão global da questão. Mas, a matéria ouviu os maiores especialistas, sobretudo os técnicos da Embrapa, que conhecem muito bem o assunto e o destaque dado ao produto está bem de acordo com a importância do mesmo para a população amazônida. As fotos estão bonitas e atraentes. A jornalista Fernanda Reis, que me entrevistou, está de parabéns pelo levantamento apurado do assunto! 
Bem, o link para a matéria vai abaixo: 
http://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2017/12/1939854-mudanca-climatica-pode-ser-causa-de-queda-na-safra-de-castanha-do-para.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compfb

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quiz Show do Blog História Mundi



Caro leitor, isto é apenas uma brincadeira para relaxar! O conhecimento da história (na foto acima, busto do grego Heródoto, considerado o "pai da história") não se limita a decorar datas ou nomes de pessoas importantes (ou supostamente importantes). Na verdade, espera-se que as pessoas possam, a partir do conhecimento que adquirem, interpretar determinados fatos e, até mesmo, saber questionar as informações recebidas, sobretudo hoje, quando a tecnologia permite o acesso desenfreado à internet e às redes sociais. Claro que, para isso, é preciso ter um certo embasamento (mas, não de "ouvi falar...") com fontes que tenham credibilidade e também um suporte teórico, por meio de leituras. Por isso, as perguntas abaixo jamais devem ser tomadas como forma de avaliar alunos em provas de história ou em questões de vestibular. As mesmas têm somente um efeito lúdico e de distrair a mente, exatamente como um bom jogo de palavras cruzadas. Evidentemente, certas questões podem servir de ponto de partida para nos interessarmos por um determinado assunto, que estimule a pesquisa ou um estudo mais aprofundado. 
Nesse sentido, o blog História Mundi tenta recuperar o espírito dos antigos almanaques, pequenas revistas que podiam ser adquiridas promocionalmente em bancas de jornais e até mesmo em farmácias, as quais traziam horóscopos, receitas de doces, recomendações para a saúde, alimentos benéficos ao corpo e, claro, as tais curiosidades. Alguém já ouviu falar do Almanaque Biotônico Fontoura, por exemplo? Aliás, o mesmo foi idealizado, originalmente, pelo escritor Monteiro Lobato. 
Pois então, vamos lá, exercite a enciclopédia que há dentro de você e boa diversão! Ah, o gabarito aparece no final da postagem em letras menores...

1. Qual foi o presidente brasileiro que, literalmente, se casou com a Argentina?

a. Getúlio Vargas.
b. Eurico Gaspar Dutra.
c. Castello Branco.
d. Café Filho.



2. Em qual estado brasileiro nasceu o último presidente da República do Café com Leite (Primeira República), Washington Luis (foto acima), deposto do cargo na Revolução de 1930?

a. São Paulo.
b. Rio de Janeiro.
c. Rio Grande do Sul.
d. Minas Gerais.



3. A castanha do Brasil (na foto acima), que durante muito tempo era conhecida também como castanha-do-pará (e ainda é), já teve outro nome, entre os séculos XVIII e XIX. Qual alternativa abaixo aponta corretamente esse nome?

a. Castanha da floresta.
b. Castanha da Amazônia.
c. Castanha do Maranhão.
d. Castanha nativa.




4. Com qual dos astros de Hollywood apontados abaixo, o então ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek (imagem acima) tirou uma foto, em um set de filmagens, no ano de 1961?

a. Marlon Brando.
b. Paul Newman.
c. Charlton Heston.
d. Burt Lancaster.



5. Qual cantora brasileira se apresentou em um mesmo programa de televisão (Ed Sullivan Show) e no mesmo dia em que estava o rei do rock Elvis Presley (na foto acima, Elvis ao centro, na esquerda o seu empresário, o Coronel Parker e na direita, o apresentador Ed Sullivan), tendo tirado três fotos ao seu lado?

a. Angela Maria.

b. Leni Eversong.
c. Elis Regina.
d. Carmem Miranda.



6. Qual seriado de televisão, exibido na década de 1960, era o favorito do segundo presidente do Brasil na ditadura militar, Artur da Costa e Silva (foto acima), que chegou a visitar o set de filmagens do mesmo, quando esteve nos Estados Unidos, em 1967: 

a. Combate.
b. Guerra, Sombra e Água Fresca.
c. Túnel do Tempo.
d. Viagem ao Fundo do Mar.


7. Qual dos alimentos vegetais apontados abaixo, não teve a sua origem no continente americano?

a. Batata.
b. Cacau.
c. Tomate.
d. Açúcar.



8. Qual cidade da Amazônia brasileira recebeu um grupo de mais de uma centena de colonos confederados (entre eles, os integrantes da família Jennings, na foto acima), refugiados da Guerra Civil Norte-Americana, em 1867?

a. Belém.
b. Santarém.
c. Manaus.
d. Macapá. 


9. Qual dos presidentes do Brasil citados abaixo, foi o único a se casar em pleno exercício do mandato, embora em segundas núpcias?

a. Prudente de Moraes.

b. Itamar Franco.
c. Hermes da Fonseca.
d. João Goulart. 


10. Qual dos personagens abaixo, da História Geral, teve morte natural?

a. Júlio César.

b. John Kennedy.
c. Leon Trótsky.
d. Otávio Augusto. 



11. Com qual dos grandes astros de Hollywood, citados abaixo, Carmen Miranda (foto acima) jamais contracenou em um filme?

a. Elizabeth Taylor.
b. Jerry Lewis.
c. Groucho Marx.
d. Gene Kelly.

12. Qual dos presidentes do Brasil, entre os relacionados abaixo, não teve uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, embora declarasse abertamente esse desejo? 

a. Juscelino Kubitschek.
b. Getúlio Vargas.
c. José Sarney.
d. Fernando Henrique Cardoso.


13. Qual cidade brasileira, excetuando São Paulo e Rio de Janeiro, recebeu uma corrida de Fórmula 1?

a. Goiânia.
b. Curitiba.
c. Brasília.
d. Londrina.



14. Qual desses grandes monumentos da humanidade serviu de alvo para os soldados de Napoleão Bonaparte (na foto acima, sua máscara mortuária), em exercícios de tiro?

a. A Esfinge da planície de Gizé, no Egito.
b. O Coliseu em Roma, na Itália.
c. A Ponte Vecchio, em Florença, na Itália.
d. O Pártenon, na cidade de Atenas, na Grécia.


15. Que grande personagem da História Geral, no século XX, disse esta frase: "Nada tenho a lhes oferecer, a não ser sangue, suor e lágrimas":

a. Franklin Delano Roosevelt.

b. Eva Perón.
c. Fidel Castro.
d. Winston Churchill.



16. Qual presidente da ditadura militar, teve uma filha, que veio a se formar em história e era admiradora do compositor Chico Buarque de Holanda (foto acima), cujas letras criticavam aquele regime?

a. Emílio Garrastazú Médici.

b. Castelo Branco.
c. João Baptista Figueiredo.
d. Ernesto Geisel.


17. Que personagem da História Geral teria dito esta frase, pouco antes de morrer: "Que grande artista o mundo está perdendo!":

a. Nero.

b. William Shakespeare.
c. Leonardo da Vinci.
d. Dante Alighieri.


18. Que conhecido apresentador iniciou a sua carreira na televisão brasileira com um quadro intitulado: "Vamos brincar de forca?"


a. Chacrinha.

b. Fausto Silva.
c. Silvio Santos.
d. Flávio Cavalcante.



19. O famoso doce, feito a partir de leite condensado e chocolate, popularmente chamado de "brigadeiro" (foto acima), deve o seu nome a qual personagem da História do Brasil mencionado abaixo:

a. Brigadeiro Luiz Antônio.

b. Brigadeiro Faria Lima.
c. Brigadeiro Araripe Macedo.
d. Brigadeiro Eduardo Gomes. 


20. Qual dos líderes políticos do século XX, citados abaixo, teve um de seus filhos morto pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial (1939-1945):

a. Josef Stalin.

b. Marechal Tito.
c. Charles De Gaulle.
e. Franklin Delano Roosevelt. 


Crédito das imagens:
Foto de Heródoto: História das Civilizações. Volume 1. Abril Cultural, 1975, p. 113.
Presidente Washington Luis: Wikipédia.
Foto da castanha-do-pará (ou do Brasil). A Castanha do Pará na Amazônia: Entre o extrativismo e a domesticação de José Jonas Almeida. Paco Editorial, 2016, p. 37.
Imagem de Juscelino Kubitschek: https://www.infoescola.com/historia/governo-de-juscelino-kubitschek/
Foto de Elvis Presley: Images of Elvis de Marie Clayton. Parragon, 2007.
Foto do presidente Costa e Silva: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/governo-costa-e-silva-1967-1969-ai-5-institucionaliza-a-ditadura.htm
Foto dos integrantes da família Jennings: "Os Confederados em..." de Norma Guilhon. 1979. 
Foto de Carmen Miranda: Carmen de Ruy Castro. Companhia das Letras, 2005 (foto da capa). 
Foto da máscara mortuária de napoleão Bonaparte: https://www.megacurioso.com.br/historia-e-geografia/40486-entenda-a-historia-por-tras-da-mascara-mortuaria-de-napoleao-bonaparte.htm
Foto do Chico Buarque: http://discosindispensaveisparaouvir.blogspot.com.br/2015/06/um-disco-indispensavel-chico-buarque.html
Foto do doce brigadeiro: https://www.elo7.com.br/lista/brigadeiro-em-sp

Gabarito do Quiz Show:
1. c
2. b
3. c
4. a
5. b
6. d
7. d
8. b
9. c
10. d
11. d
12. a
13. c
14. a
15. d
16. d
17. a
18. c
19. d
20. a